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Pés na Terra, Cabeça na lua

Para ler e sentir.

Pés na Terra, Cabeça na lua

Para ler e sentir.

A Magia da Energia

Hoje apeteceu-me enveredar por outros caminhos. Utilizar as estradas nacionais em vez de Autoestradas ou Itinerários Complementares.

O que quer dizer isto trocado por miúdos?

Estava a falar com um grande amigo meu sobre o post, e ele sugeriu-me energia. Por acaso, é só um dos meus tópicos preferidos, então veio mesmo a calhar. E quando digo que vou enveredar por outros caminhos, quero dizer que vou escrever aquilo que penso sobre este tópico em questão. E atenção: é isso que eu faço sempre que escrevo, mas normalmente escrevo sobre coisas menos "etéreas".

Felizmente, como muitos outros, a energia é um tópico que pode ser abordado de diferentes perspetivas. Se a minha área fosse a Ciência, entraria aqui a pés juntos, iniciando com os átomos e navegando por aí fora.

Mas não é. De todo. De longe. A minha abordagem à energia é a mais simples possível. Baseada no que vejo e sinto. 

E então qual é? (perguntam as vozes dos leitores em uníssono)

Muito simples! Em primeiro lugar é preciso uma coisa chamada atenção. É preciso estar atento aos detalhes, para poder tomar consciência de como funciona a energia. Dentro da alínea atenção, temos os nossos pensamentos - ter atenção aos pensamentos é essencial. 

De acordo com a minha perspetiva, todos somos energia. Estamos constantemente a emanar energia. Os chineses e os japoneses têm uma palavra para isto: o Qi ou o Ki, que significa energia universal. Porque está em todas as coisas. Tanto no Shiatsu como no Reiki trabalhamos com esse Qi ou Ki e pômo-lo em movimento. Agora, dentro da energia, existem frequências, tal como nos rádios. E tal como nos rádios, nós temos o poder de escolher a frequência onde queremos estar. Pode ser lá em cima, numa frequência elevada ou lá em baixo, a roçar o submundo. Fazer isto é mais fácil do que parece. Tudo começa com uma avaliação daquilo que é a nossa vida, tentar perceber o que está mal e o que queremos mudar, e fazer por isso, definir metas/objetivos. 

A ideia de que algo cai do céu e de que as transformações acontecem de repente é totalmente errónea. Tudo requer trabalho e esforço, até mesmo a cura. 

Neste caso concreto, o elevar a frequência da nossa energia e mantê-la elevada, é um trabalho contínuo. Mas é um trabalho muito compensador, é uma árvore que dá frutos abundantes, que nos dão as vitaminas necessárias para continuar. Há que referir também, que nesse conceito de Qi ou Ki é dito que a energia se move em espiral. Por isso, arrisco-me a dizer que somos responsáveis por criar as nossas próprias espirais - de má ou boa energia, a escolha é nossa.

Muitos podem ler este texto e dizer que são balelas e que estou errada e não é nada assim. E eu aceito. Todos somos livres de ter a nossa opinião, I guess, por isso partilho aqui a minha. Para que possa inspirar alguém, e mostrar que sim, é fazível. Não está só ao alcance de alguns, está ao alcance de todos. Daí ser a magia da energia. É um campo da magia onde todos podemos ser os mágicos. Basta querermos (do fundo do nosso coração).

Ki.jpg

*Achei que esta imagem era ideal para isto!  Ele está a segurar uma bola de Qi, um exercício muito comum no Qi Gong, uma arte MUITO interessante.

Love

Di

Dizem por aí

IMG_20190602_192703_452.jpg

 

Dizem por aí que a magia não existe...

que ser poeta é ser triste,

que a paixão não resiste,

que o mal nunca desiste.

Eu digo-lhes a eles que não é bem assim. A magia está sempre presente onde há natureza, onde há amor, onde há sentimento. 

Os poetas podem muito bem ser felizes e escrever sobre a beleza da vida.

A paixão pode ser reacendida vezes e vezes sem conta, tal como uma vela. Apenas é preciso fogo para que ela possa ser acesa. E claro, vontade para acender esse fogo. 

Quanto ao mal... esse existe e não desiste. Mas cabe-nos a nós escolher as lentes que usamos para filtrar a realidade. Muitos não sabem, mas temos uma opção chamada livre-arbítrio e dentro desse livre-arbítrio podemos escolher qual a perspectiva que queremos ter da nossa vida, da nossa realidade. Por isso podemos escolher se vemos ou não o mal. E dentro dessa auto-regulação podemos escolher ainda a intensidade/frequência. Fantástico, não é?

 

Hoje apeteceu-me. 

Deixo-vos uma dica: sintam-se. Sintam as vossas verdades, e não se esqueçam que para tudo há escolha. E mesmo que pareça que não há, há. Nem que seja apenas escolher a forma como encaramos as situações.

 

Love

Di

 

O 1º do Ano

WhatsApp Image 2021-01-02 at 18.13.52.jpeg

Feliz ano novo!

Com dois dias de atraso, mas mais vale tarde do que nunca. 2020 já lá vai, com toda a sua desorganização e desestruturação. Já estamos a escrever uma nova página, quer queiramos quer não. Não quero estar a entrar em clichês mas creio que este novo ano tem muito potencial. Podia ser mainstream e desmanchar aqui uma análise numerológica deste novo ano, e dizer que ia ser magnífico, e que está associado à mudança e transformação, à criatividade e liberdade, etc. Mas ia estar a ser banal. Assim pronto, já o disse. Fasten your seatbelts because we're going to hit turbulence. But in a good way. 

Está na hora de aplicar, de recomeçar, de renovar, de reciclar. Agora durante este mês de janeiro vamos entrar numa onde de "1º's do ano". O 1º pôr do sol do ano,  a 1ª corrida do ano, a 1ª ida à praia do ano, o 1º jantar de amigos do ano, a 1ª extravagância do ano, and so on. Este por exemplo é o 1º post do ano. E como se diz e muito bem em relação a todos os primeiros, ser o 1º não é sinónimo de qualidade. Por isso não se preocupem que o melhor está para vir. 

Vale a pena recordar que sim, abrimos uma nova página - ou talvez um novo caderno. Um caderno onde podemos escrever tudo o que quisermos.  E podemos fazer tudo o que nunca fizemos e desejamos fazer. Ou algo que já fizemos e queremos repetir mas ainda não tivemos oportunidade. Apesar de ser só um algarismo que muda, não deixa de ser uma nova chance de recomeçar. Mesmo que seja tudo fruto do psicológico. É tempo de definir objetivos, metas, e planos de ação. Isto para quem quer mudar alguma coisa. Para os que não pretendem fazê-lo, não têm de se sentir forçados. Foi apenas um algarismo que mudou.

Como em tudo na vida, também aqui é apenas uma questão de perspetivas.

Por isso, o meu conselho não podia ser mais básico e generalista: muda o que queres mudar, aproveita esta nova página. Se não queres mudar nada, não mudes. No entanto, deixo-te uma dica: aproveita para viver. Não SOBREvivas apenas.

 

Love,

Di

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